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![]() 27.6.07 Procurei, durante toda a campanha do Grêmio na Libertadores, não emitir opinião sobre o assunto. Falar depois de a poeira baixar é mais prudente, mas não mais fácil como se pode parecer. No ano passado, depois que o co-irmão finalmente justificou seu nome, fazendo com que eu perdesse uma das minhas piadinhas preferidas, conversei com uma série de gremistas (Upiara, Friguetto, Diogo, PJ, enfim, uma pilha deles), e a todos falava que a única chance de os gremistas se recuperarem seria com a reconquista da Libertadores. Seria algo como "muito obrigado por guardar a taça para mim, agora devolve o que não te pertence". Pois bem, como todos sabem isto não ocorreu. E não ocorreu porque o Grêmio não tinha time para chegar ao título, assim como não tinha time para passar da primeira fase. Mas a graça no futebol está exatamente no improvável, na exceção à regra, na fuga do comum. E só por causa da repetição contínua de fatos inusitados o Tricolor gaúcho chegou até onde gremista algum jamais imaginaria. Por isso, ter chegado à final por si só já foi válido. Tá, podia ao menos ter vencido o Boca no Olímpico, nisso eu concordo, mas vencer e não levar também não tem graça. O bom é que, ao que parece, a derrota para o Boca não abalou a torcida gremista e muito menos os jogadores do Tricolor, que apenas quatro dias depois entraram em campo e bateram o Meia-Boca por 2 a 0. Resumindo: mesmo com o título não indo para o Olímpico e o sonho de disputar o Mundial de Clubes pela terceira vez tendo sido adiado, o importante é que a América foi libertada.
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